Deitei-me na grama e ri feito criança. Ao pôr-do-sol, canários e bem-te-vis louvavam à excelência da vida.
Por algum tempo, emudeci. Matei minhas inquietudes, apartei minhas preocupações e pretensões, apenas senti! Namorei o vento, a grama e morri junto ao canto dos pássaros, destarte, renasci, aprendi com os pássaros a ser grato.
E agora é tarde , sobra a penumbra de um sol, ele se foi, mas brotou em mim gratidão e meu coração foi preenchido de júbilo.
Amo o calor do sol e hoje dicidi, que o visitarei todos os dias, serei seu amigo e membro dessa orquestra natural de adoradores, que conduzem a cada movimento minuciosamente e com maestria .
Quando crente do término da apresentação, pois a estrela maior já não estava presente , aparecem os grilhos e alguns insetos noturnos, mostrando-me que o concerto não findara.
Volto caminhando, sorrindo e cantando(aprendi uma nova canção) para casa, com muito amor no peito e um pensamento, serei mais complacente com a cegueira do mundo, muitos ainda estão cegos e nem sabem o quanto a vida é magnifica!
Descobri o pensamento das flores e ouvi as intenções do sol.
Carpe Diem
"All we* need is love, love is all we need" Beatles
“Eu jamais iria para a fogueira por uma opinião minha, afinal, não tenho certeza alguma. Porém, eu iria pelo direito de ter e mudar de opinião, quantas vezes eu quisesse”.. [F. Nietzsche]
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quinta-feira, 3 de setembro de 2009
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
"Quero fazer os poemas das coisas materiais,
pois imagino que esses hão de ser
os poemas mais espirituais.
E farei os poemas do meu corpo
E do que há de mortal.
Pois acredito que eles me trarão
Os poemas da alma e da imortalidade."
E à raça humana eu digo:
-Não seja curiosa a respeito de Deus,
pois eu sou curioso sobre todas as coisas
e não sou curioso a respeito de Deus.
Não há palavra capaz de dizer
Quanto eu me sinto em paz
Perante Deus e a morte.
Escuto e vejo Deus em todos os objetos,
Embora de Deus mesmo eu não entenda
Nem um pouquinho...
Ora, quem acha que um milagre alguma coisa demais?
Por mim, de nada sei que não sejam milagres...
Cada momento de luz ou de treva
É para mim um milagre,
Milagre cada polegada cúbica de espaço,
Cada metro quadrado de superfície
Da terra está cheio de milagres
E cada pedaço do seu interior
Está apinhado de milagres.
O mar é para mim um milagre sem fim:
Os peixes nadando, as pedras,
O movimento das ondas,
Os navios que vão com homens dentro
- existirão milagres mais estranhos?" (Walt Whitmann)
pois imagino que esses hão de ser
os poemas mais espirituais.
E farei os poemas do meu corpo
E do que há de mortal.
Pois acredito que eles me trarão
Os poemas da alma e da imortalidade."
E à raça humana eu digo:
-Não seja curiosa a respeito de Deus,
pois eu sou curioso sobre todas as coisas
e não sou curioso a respeito de Deus.
Não há palavra capaz de dizer
Quanto eu me sinto em paz
Perante Deus e a morte.
Escuto e vejo Deus em todos os objetos,
Embora de Deus mesmo eu não entenda
Nem um pouquinho...
Ora, quem acha que um milagre alguma coisa demais?
Por mim, de nada sei que não sejam milagres...
Cada momento de luz ou de treva
É para mim um milagre,
Milagre cada polegada cúbica de espaço,
Cada metro quadrado de superfície
Da terra está cheio de milagres
E cada pedaço do seu interior
Está apinhado de milagres.
O mar é para mim um milagre sem fim:
Os peixes nadando, as pedras,
O movimento das ondas,
Os navios que vão com homens dentro
- existirão milagres mais estranhos?" (Walt Whitmann)
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